quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

"A sabedoria é tão perigosa como a ignorância". Felizmente à Luar, de Luís S Monteiro

domingo, 13 de setembro de 2015

A perspectiva das coisas

É sempre possível ver e ouvir  o que nos rodeia tendo em conta várias abordagens. Uma mente aberta traz sempre vários caminhos para desbravar, e nunca fica presa a  uma teimosia.

Os vícios e as virtudes

Os vícios ou pecados capitais são sete:
1 - Soberba
2 - Avareza
3 - Luxúria
4 - Inveja
5 - Gula
6 - Ira
7 - Preguiça
E as virtudes sete são:
1 - Magnanimidade
2 - Humildade
3 - Diligência
4 - Paciência
5 - Caridade
8 - Temperança
7 - Castidade

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Por onde andarás


Por onde andarás
Tão longe de mim?
E o Rio que secou
E tu que não viéste
E a flor que murchou
E a Folha que voou
E o tempo que parou
E a morte que passou
Passou por aqui
Tão perto de mim
E quem será que levou
Ninguém!
Já não havia ninguém
A não ser aquela flor
Que um dia
Marchou
(Minha autoria)

domingo, 16 de agosto de 2015

Devemos criar pontes na vida, em vez de muros.


Títulos dos livros da minha vida II

E continuei a ler e a desejar ler cada vez mais, e sempre que encontrava um livro que me envolvia, sentia-me feliz e sempre com vontade de ler ainda mais, é verdade que a ler se aprende, se lemos um romance com factos verídicos, ficamos com a informação desses acontecimentos, e mesmo se lermos um romance "puro", ficamos com a informação dos quadros psicológicos existentes, em cada um de nós, e ajuda à nossa reflexão.
E continuei  a ler, "Memórias de uma Gueixa", de Arthur Golden, e sobre este escrevi, há livros que nos distraem, que nos entretém, há livros que nos educam e há livros, como este, que acabei de ler, que nos ensinam que para chegar ao paraíso da vida é preciso sofrer, lutar e, por vezes, tomar as rédeas do nosso destino. Adorei este livro, como também adorei "Cisnes Selvagens", de Jung Chang. Num registo mais romanesco, mas não lamechas, adorei "Vai aonde te leva o coração", de Susana Tamaro, " O diário da nossa paixão", de Nicholas Sparc, "Chocolate", de Joane Harris, "A sombra do vento", de Carlos Ruiz Zafran, "A filha da minha melhor amiga", de Dorothy Koomson, "P.S. Eu amo-te, de Cecília Ahern. Não posso esquecer "Mila 18", uma leitura forte, ao ponto de parar de ler, para recuperar de comoção que me causou aquela história sobre aquele campo de concentração e como se vivia ali. Amei ao mesmo tempo que me questionava e me impressionava. "Os pilares da terra", vol I e II, Ken Follet, " O anjo Branco", de José R. dos Santos, "Rio das Flores", de Miguel Sousa Tavares, "Rio Piedra", de Paulo Coelho.

Títulos dos livros da minha vida I

E foi aos 18 anos que por acaso, alguém fez despertar a minha curiosidade pela leitura e um dos primeiros livros que li, foi "Cem anos de solidão", de Garcia Marques, e gostei tanto, que peguei noutro livro do mesmo autor,"O amor nos tempos de cólera". A seguir, li um dos meus autores preferidos, à época, José Cardoso Pires, "A balada da Praia dos cães" e "Alexandra Alpha". " A casa dos corações perdidos", de Heinz Konsalik, como também adorei este autor, encontrei dele " Um casamento feliz" que amei, e aqui transcrevo algumas passagens que não resisti a guardar, durante todos estes anos:"Não há momento igual àquele em que a mãe vê o seu querido bebé pela primeira vez. Nada há de mais espiritual do que essa imensa bênção de Deus. O primeiro olhar entre mãe e filho é a base segura de uma vida inteira bem vivida."e ainda " ...nunca compreendeste que uma mulher é mais do que uma dona de casa, mãe, companheira na cama e representante da tua consciência? Consultaste Irmi uma única vez numa situação crítica? - O que devo fazer?  E também adorei ler "Gente feliz com lágrimas", de João de Melo, estávamos no ano de 1990, e guardei esta passagem, " em Portugal todos os dramas terminam numa grande festa e no perdão dos copos de vinho. Até certo ponto, é um país feliz com vinho: gosta daquilo que mais lhe amarga e canta o que mais lhe dói no fundo da alma." Em 1997, andei pela "Republica dos Sonhos ", de Nélida Piñon, sobre este livro escrevi eu:"para dissipar esta minha nostalgia dos bons momentos passados com aqueles que mais amei e que por qualquer motivo me fugiram, nada melhor do que estes companheiros, que muitas vezes nos fazem sonhar e voltar a ter fé na vida e nas pessoas. Tenho saudades do que perdi."  Foram 730 páginas de deleite!! Continua...